A firma "J. J. Gonçalves Sucessores" foi foi fundada, em 1919, por Joaquim João Gonçalves, com sede na Rua Fernandes Tomaz, 329 no Porto. Simultâneamente abre sucursal em Lisboa na Rua Rodrigues Sampaio, 90-92. Inicialmente era representante das marcas de motociclos "Indian" e "Norton". Em Dezembro de 1920 já aparece a firma "J. J. Gonçalves Sucessor & Andresen da Costa" como agentes gerais para Portugal da marca inglesa "Austin". Esta firma tinha como sócios Joaquim José Gonçalves e Alfredo Andresen da Costa e tinha a sua sede na Rua Rodrigues Sampaio, 90-92, em Lisboa.
Joaquim João Gonçalves e José Serra no stand "Austin" no "Palácio Cristal", em 1926 (via "Fotold")
A primeira aparição da "J. J. Gonçalves, Sucessores" na imprensa, a que tive acesso, foi no jornal "A Capital" de 2 de Dezembro de 1919 aquando da realização do «match» em motocicleta entre Inocêncio Pinto e Couto Junior, organizado pelo jornal "Os Sports", e que teve lugar no "Stadium do Lumiar" e a favor dos "Mutilados da Guerra " e "Asilo de Cegos Branco Rodrigues". O vencedor foi Artur Nunes Gonçalves, «representante da casa J. J. Gonçalves Sucessores, da marca 'Indian'. »
Inocencio, talvez mais pratico, brincou com o rival e por vezes nas viragens mostrava claramente que não queria ser desleal para com o colega. A maquina de Couto teve desarranjo por duas vazes e n'esse tempo Inocencio Pinto teve um avanço de 14 voltas.
O «matchs terminou com a victoria de Inocencio Pinto, que a multidão aclamou com entusiasmo.»
10 de Agosto de 1930
Aquando do "Salão Automóvel de Lisboa" no "Pavilhão de Exposições e Festas" ("Pavilhão dos Desportos") de Lisboa, em 26 de Abril 1934
Dois "Austin" Twelve-Four à porta da "J. J. Gonçalves Sucessores" na Rua Rodrigues Sampaio, em 1935 (via "Fotold")
Este modelo seria construído em França pela "Rosengart", na Alemanha pela "BMW", no Japão pela "Datsun" e nos EUA pela "American Austin", mantendo-se em produção até 1939. Com o "Seven", Sir Herbert Austin realizava o seu projecto de «motorizar o homem da rua». Tratava-se de um automóvel de dimensões reduzidas, equipado com um «motor de bolso» de 696 cc, apesar de denotar uma vocação familiar, oferecendo dois lugares atrás para as crianças.
20 de Setembro de 1935
Em 3 de Julho de 1946, dois representantes da "Austin Motor Exportation Corporation", B. J. Hegarty e L. Hooley, deslocaram-se a Portugal, a fim de homenagear a "J. J. Gonçalves, Sucessores" pelos 27 anos de relações comerciais. Nessa ocasião o jornal "O Comércio do Porto" publicou uma artigo e entrevista a B. J. Hegarty que passo a transcrever uma pequena parte:
Compreendendo e apreciando tão louvável e útil tarefa, a Austin Motor Export Corporation, enviou a Portugal dois dos seus mais categorizados dirigentes, os srs. B. J. Hegarty, director geral de exportação e L. Hooley, seu representante na área do Mediterrâneo, verdadeiros gentlemen, de boa e atraente simpatia, de ar aprumado e distinto. Foram recebidos, com proverbial gentileza, pelos membros da firma J. J. Gonçalves, Sucrs., particularmente pelo nosso prezado amigo sr. Mário Gonçalves, e por seus filhos, Mário e Rui Gonçalves, dois colaboradores valiosos, dotados de invulgar entusiasmo e não menores qualidades de trabalho, que quizeram, com motivo manifestar o apreço em que tiveram tão honrosa visita. (...)
-Trabalho que lhes merece a melhor consideração, não é assim ?
-Precisamente ! - confirmou o nosso entrevistado. A firma J. J. Gonçalves, Sucrs., tem, da parte dos directores da «Austin», direito a todo o carinho. A nossa presença em Portugal, assim o indica. E, a comprovar o que digo, está o facto de havermos procurado, dentro das possibilidades, acompanhar e facilitar o mais possivel a sua acção, quanto à entrega de novas unidades. Infelizmente, a Fábrica, como todas as outras, teve de enfrentar o problema da transição da guerra para a paz, de readaptar-se à actividade anterior a 1939, o que não pode efectuar-se com a desejada rapidez, como compreende. Demais, a nossa boa vontade é dificultada pelo atrazo doutras emprêsas que nos fornecem determinados acessórios. E, se juntarmos a tudo isto, a carência de transportes, é fácil compreender os obstáculos. Mas. embora lentamente, voltaremos à normalidade, dentro de anô e meio a dois anos, como espero. Logo que a produção se desenvolva e acompanhe os pedidos, sensivelmente aumentados, tudo estará em ordem, na certeza, repetiu, de que o mercado portuguès e os automobilistas portugueses nos merecem a nossa maior simpatia (...)»
A "BMC", adquiriu a "Daimler-Jaguar" em 1966. A "Leyland" comprou a "Standard-Triumph" em 1961 e a "Rover" em 1967 e sob pressão do governo, formou-se no ano seguinte a "B.L.M.C. - British Leyland Motor Corporation", por fusão entre a "BMC" e a "Leyland", que veio a ser nacionalizada em 1975, para evitar a bancarrota.
Autocarro "Fleetline" da "Daimler Leyland", em 1966
Voltando à "J. J. Gonçalves, Sucessores", de referir que por escritura pública de 29 de Janeiro de 1943 a firma ficou a ser constituída pelos seguintes sócios: Joaquim Jose Nunes Gonçalves, Mario Nunes Gonçalves, Carlos Nunes Gonçalves, Mário Monteiro Gonçalves, Rui Orlando Monteiro Gonçalves, Carlcs Fernando Pereira Gonçalves e D. Maria Alice Pereira Gonçalves. A sua sede social continuava a ser na Rua Alexandre Braga, 130-134, no Porto e o seu objecto era o «comércio de automóveis, motocicletas, acessórios e artigos congéneres». O seu capital social de 50.000$00, seria entretanto reforçado em 4 de Setembro de 1953, para 50.000$00.
Anúncios de 5 e 20 de Março de 1950
Em 1951, a "Austin" funde-se com a "Morris" de Lorde Nuffield, formando o consórcio "B.M.C. -British Motor Corporation". O resultado desta união foi o nascimento, em 1959, do modelo revolucionário projectado por Alec Issigonis: o "Mini", o carro ideal para o meio urbano, que na sua versão "Cooper S", nos anos sessenta, alcançou grande sucesso em provas de rali.
A 26 de Agosto de 1959, eram simultaneamente apresentados em Lisboa os "Mini" da "Morris" e da "Austin", que viriam a ter um grande sucesso nos anos seguintes. O da "Morris", representado pela firma "A. M. Almeida, Lda." era o modelo "850" e da "Austin" representada pela "J. J. Gonçalves Sucessores" o modelo "Seven", sendo o seu preço de 45.000$00 (45 contos).
O grupo motor esta montado transversalmente, na parte da frente, accionando as rodas dianteiras. Tem aceleração muito rápida tanto nas velocidades intermedias como em cprise» e atinge mais de 110 quilómetros por hora, sem qualquer esforço do motor. A suspensão é independentemente ás quatro rodas e o cárter de óleo comum para o motor e transmissão. Quanto ao consumo, é de cinco a cinco litros e meio aos 100 quilómetros.
Os intensos «tests» a que foi submetido, nas mais diferentes estradas, terrenos e temperaturas, antes de ser lançado no mercado, provam a indiscutivel qualidade deste modelo, em cujos preparativos a British Motor Corporation despendeu 800 mil contos.» in: "Diario de Lisbôa"
30 de Janeiro de 1956
Em 18 de Fevereiro de 1963 a "BMC - British Motor Corporation" anuncia que os seus automóveis e veículos comerciais "Austin" e "Morris" passavam a ser construídos em Portugal. A montagem seria assegurada pela "IMA - Indústria de Montagem de Automóveis, Lda.", numa nova fábrica já construção perto de Setúbal. A "IMA" constituída em 22 de Janeiro de 1963, tinha sido iniciativa conjunta dos dois distribuidores da "B.M.C." - "J. J. Gonçalves, Sucessores" e "A. M. Almeida, Lda." - em cooperação com a "B.M.C.".
A associação assim estabelecida previa assistência técnica em larga escala, o que permitiria a utilização de determinados componentes de fabrico português, contribuindo para o desenvolvimento da indústria nacional. Esta nova unidade industrial teria capacidade para cerca de 600 veículos por mês. Previa-se que a produção de veículos comerciais tivesse início a meio do ano e a de automóveis de passageiros no final do ano, sendo que, numa fase inicial, seriam criados cerca de 200 postos de trabalho.
As vendas da "B.M.C." em Portugal até então, tinham mais do que duplicado nos três anos anteriores, passando a representar mais de 15% do mercado total nacional.
A "IMA - Indústria de Montagem de Automóveis, Lda." e a sua unidade de montagem de veículos automóveis, seria construída no Sítio das Pontes, em Setúbal, começando a laborar em início de 1964. Montando veículos da "Austin" e "Morris", era inicialmente composta por duas linhas de montagem, a linha dos Minis 850/1000 e a linha dos Austin 1100/1300.
Linha de montagem dos "Austin" 1300/1500 à direita e dos "Austin" Seven (ou Mini) à esquerda
Em 9 de Novembro de 1967, a "J. J. Gonçalves, Sucessores" é transformada em sociedade anónima de responsabilidade, passanda a designar-se "J. J. Conçalves, Sucessores - Comércio e Indústria, S.A.R.L.". Com o seu capital social aumentado para 100.000$00, a composição societária ficou assim: Mário Nunes Gonçalves, Carlos Nunes Gonçalves, Mário Monteiro Gonçalves, eng.º Carlos Fernando Pereira Gonçalves, D. Maria Alice Pereira Gonçalves Galhardo Zilhão, Maria Helena Gaio Gonçalves de Oliveira e D. Maria Estrela Gaio Gonçalves. O seu objeto ficava assim definido: «A sociedade tem, como tem tido, por objecto o exercício do comércio de veículos automóveis e respectivos acessórios, tractores e alfaias agricolas, artigos eléctricos e domésticos e a indústria de oficinas de reparação, podendo vir a ter qualquer outro ramo de comércio ou indústria que lhe convenha exercer.».
Para uma visão global das actividades desta empresa, recorri-me da publicação do Relatório e Contas do Exercício de 1969, onde no mesmo se pode ler:
«(...) Cunhou-se uma medalha comemorativa do cinquentenário. Foi-nos dado o privilégio de oferecer um exemplar a S. Ex.ª o Presidente da Republica, almirante Américo Tomás, outro a S. Ex.ª o Presidente do Conselho, Prof. Doutor Marcelo Caetano, e outros a membros do Governo.
Respondendo ao desenvolvimento do mercado, alugaram-se as seguintes novas instalações: um stand em Lisboa, na Rua de Tomás Ribeiro; outro, exclusivamente para veículos comerciais, na Avenida de Elias Garcia, em Lisboa; outro ainda, no Norte, em Matosinhos, destinado igualmente a veículos comerciais. Na estrada do Prior Velho, em Lisboa, uma instalação com dimensões adequadas com vista ao futuro desenvolvimento de vendas, que se antevê, destinada à armazenagem de veículos novos e recebidos da I. M. A., sua preparação e afinação final e posterior entrega a agentes e clientes. (...)»
"J. J. Gonçalves, Sucessores, S.A.R.L." na rua Tomás Ribeiro em Lisboa, em foto de 1969 (via "Fotold")
Por iniciativa da nossa sociedade, convidaram-se, por intermédio da Secretaria de Estado da Agricultura, quarenta dos seus professores e engenheiros a efectuar uma visita de estudo, facultando-lhes elementos com vista a uma mais rápida e eficiente mecanização da lavoura portuguesa, visitando-se as nossas representadas em Inglaterra, Bélgica e Itália.
Procedeu-se à mudança das instalações da Avenida de Elias Garcia, em Lisboa, para Campo Lindo, onde ficam anexas à oficina de material agrícola, o que melhora a coordenação entre estes dois sectores.»
Ampliou-se a utilização dos serviços de computador, tanto no sector norte como no sector sul, com a correspondente colheita de beneficios economicos.
Alugou-se, no sector sul, instalação adequada & permitir passar-se a receber as peças sobressalentes em contentores e bem assim a um armazém alfandegado, facultando maior eficiência e rapidez nos despachos.
Continuaram, durante o ano, os trabalhos para a completa unificação da gestão de stocks entre os sectores norte e sul.»
A preparação de veículos destinados ao sector norte passou a fazer-se nos armazéns de Vila Nova de Gaia que, para o efeito, haviam sido adquiridos no ano anterior.
Em Lisboa, transferiram-se para Campo Lindo as oficinas da divisão agricola.
Continuou-se, durante este ano, a boa assistência dada aos concessionários de agência pelos delegados técnicos, incluindo vários cursos de formação técnica para o pessoal daqueles mesmos concessionários.
O orçamento para 1970 estima um aumento de facturação superior em 12 por cento ao de 1969, sem que se preveja significativo aumento da margem contributiva.
Prosseguiu a reestruturação dos serviços das diversas oficinas com vista ao padrão--oficina adoptado. Centralizaram-se serviços de facturações e sistematizaram-se processos.»
Foram inventariadas as diferentes funções do pessoal e estabelecidos critérios para avaliação dessas mesmas funções.
Melhoraram-se os serviços da gestão de pessoal e lançaram-se os da medicina de trabalho, da assistência social, psicotecnia e formação.
Durante este ano tornou-se também extensiva ao sector sul a realização da Festa do Natal para as famílias dos colaboradores.
Preve-se que em 1970 se colham ainda mais benefícios económicos da actuação desta didivisão.»
Concluíram-se ainda os estudos de mercado de material de electro-domésticos, com fundamento nos quais se previram vendas substancialmente superiores no
orçamento para 1970, lançando-se também os estudos de mercado respeitantes a peças e acessórios, bem como a equipamento agricola.
Tal como aconteceu com o departamento de publicidade e com a colaboração deste, a promoção de vendas apoiou positivamente as divisões comerciais.»
O acréscimo de produção foi de 24,6 por cento em relação a 1968, prevendo-se que o de 1970 em relação a 1969 seja,por sua vez, de 22,7 por cento.»
Em 1970, outras associadas faziam parte do grupo. A mencionar: "Monteiro & Reynolds, Lda."; "Sovetra - Sociedade de Veículos Comerciais e Tractores, Lda."; "IETA - Indústria de Estofos e Transformação de Automóveis, Lda.".
De referir que aquando da publicação deste Relatório e Contas do Exercício de 1969, a 9 de Março de 1970, o Conselho de Administração da "J. J. Gonçalves, Sucessores - Comércio e Indústria, S.A.R.L." era assim constituído: Mário Nunes Gonçalves, presidente - Carlos Nunes Gonçalves, vice-presidente - Mario Monteiro Gonçalves - Carlos Fernando Pereira Goncalves.
Em 29 de Novembro de 1971 é constituída uma nova sociedade, a "J. J. Gonçalves, Sucessores, Automóveis, Lda.". Com sede social na Rua Alexandre Herculano, 4, em Lisboa e com um capital social de 49.900.000$00, era formada pelos seguintes sócios: a firma "J. J. Gonçalves, Sucessores - Comércio e Indústria, S.A.R.L.", Mário Monteiro Gonçalves, Carlos Fernando Pereira Gonçalves, Maria Alice Pereira Gonçalves, Galhardo Zilhão e Maria Helena Gaio Gonçalves de Oliveira.
A sua rede de estabelecimentos alugados (propriedade de outrem), nesta data, era assim constituída: estabelecimento comercial sito em Lisboa, na Rua de Alexandre Herculano, 4; estabelecimento comercial em Lisboa, na Avenida da República, 36-A; estabelecimento comercial sito em Lisboa, na Rua de Tomas Ribeiro, 50-A; estabelecimento comercial sito em Lisboa, na Rua de Ferreira Lapa, 16; estabelecimento de serviços oficinais sito em Lisboa, na Rua de Rodrigues Sampaio, 30; estabelecimento de serviços oficinais sito em Lisboa, na Rua de António Patrício, 11-E, e estabelecimento comercial sito em Matosinhos, na Rua de Tomas Ribeiro, 245.
Por outro lado a sua rede de estabelecimentos, sua propriedade e a arrendar à nova sociedade, nesta data, era assim constituída: estabelecimento de serviços oficinais sito em Lisboa, na Rua das Laranjeiras, 12; estabelecimento de serviços oficinais sito em Lisboa, no Largo do Marquês de Sa da Bandeira, 120; estabelecimento de serviços oficinais sito no Porto, na Rua da Constituição, 228; estabelecimento comercial sito no Porto, na Rua da Constituição, 225; estabelecimento de serviços oficinais sito no Porto, na Rua do Heroismo, 833; estabelecimento comercial sito no Porto, na Rua de Alexandre Braga, 130 e estabelecimento comercial sito em Paranhos.
Em 31 de Dezembro de 1975, o universo empresarial da "J. J. Gonçalves, Sucessores - Comércio e Indústria, S.A.R.L." - cujo conselho de administração era formado por Carlos Fernando Pereira Gonçalves e Mário Monteiro Gonçalves - era assim constituído:
"British Leyland de Portugal - Automóveis, Lda."
"IETA - Indústria de Estofos e Transformação de Automóveis, Lda."
"IMA - Industria de Montagem de Automóveis, Lda."
"J. J. Gongalves, Sucrs., Automóveis, Lda."
"Melvar - Comércio de Pepas de Automóveis, S. A. R. L ."
"Monteiros & Reynolds, Lda."
A estas empresas, e até 31 de Março de 1984, juntar-se-iam ao universo empresarial da "J. J. Gonçalves, Sucessores - Comércio e Indústria, S.A.R.L.", as seguintes:
"Celtis-Comércio de Equipamentos Eléctricos e Industriais, Lda."
"Comeve-Comércio de Veículos, Lda."
"Copac-Comércio Geral de Peças e Acessórios. Lda."
"J. J. Gonçalves, Sucrs. Oficinas, Lda."
"J. J. Gonçalves, Suers. Santarém, Lda."
"MAI - Máquinas Agrícolas e Industriais, Lda."
"MART - Maquinas de Remocao de Terras, Lda."
"Megur-Sociedade Mediadora de Seguros, Lda."
"Monteiros & Reynolds, Lda."
"Portocine -Cinemas do Porto, Lda."
"Rautop- Representação de Automóveis e Peças. Lda."
"Salis- Sociedade de Artigos Eléctricos e Industriais, Lda."
"Sovetra-Sociedade de Veiculos Comerciais e Tractores, Lda."
"Tratorag- Tractores e Alfaias Agricolas, Lda."
Este grupo empresarial daria origem ao grupo "Gocial, S.G.P.S.", sediado em Paredes, e actualmente com mais de 330 colaboradores, e instalações no Grande Porto, Guimarães, Viseu e Aveiro.
fotos in: Fotold, Hemeroteca Digital de Lisboa, Arquivo Municipal de Lisboa, Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian (Estúdio Mário Novais), Casa Comum, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Arquivo Municipal de Gaia, Fanáticos por Minis
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