10 de setembro de 2017

Fotos sem Histórias (1)

Hoje vou dar início a uma série de pequenos artigos que incluem conjuntos de fotos respeitantes ao mesmo local, loja, casa de espectáculos, fábrica, acontecimanto, etc. mas com uma particularidade: ou não sei a história associada aos mesmos, ou as fotos falam por si.

Neste primeiro artigo, as Bibliotecas Itinerantes da “Fundação Calouste Gulbenkian”, nos anos 50 e 60 do século XX. Neste caso as fotos falam por si.

 

 

Biblioteca Itinerante da FCG.3 Biblioteca Itinerante da FCG.5

 

 

 

Biblioteca Itinerante da FCG.6 Biblioteca Itinerante da FCG.4

Biblioteca Itinerante da FCG.7 

 

Nas últimas duas fotos a visita de uma Biblioteca Itinerante ao Palácio de Belém, em 1958. Nas fotos o Presidente do Conselho, Doutor Oliveira Salazar e o Dr. Azeredo Perdigão, presidente do conselho de administração da “Fundação Calouste Gulbenkian”

fotos in: Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian 

10 comentários:

Luis Eme disse...

Muito bom.

Grato

Anónimo disse...

Parabéns pelo seu trabalho.

Em boa hora, pela sua mão, aqui se documenta uma excelente iniciativa da Fundação C. Gulbenkian, que tanta luz distribuiu pelo nosso País.
Eu fui um dos beneficiados e foi através das Bibliotecas Itinerantes que comecei a ter o gosto pela leitura, hábito que nunca mais perdi, já lá vão 60 anos...
Não fora o bom acolhimento dado a milhares de imigrantes fugidos da Guerra e ao ambiente de Paz proporcionado pelo Dr Oliveira Salazar em Portugal e o Sr. Gulbenkian nunca teria vindo e ficado por cá.
Estou eternamente grato a esses dois grandes Homens e comigo todos os Portugueses deviam estar, por tudo quanto eles fizeram pelo engrandecimento da Nação portuguesa.

Meus cumprimentos
Manuel A.

Graça Sampaio disse...

Uma agulha em palheiro, esta iniciativa de promoção da leitura...

APS disse...

Uma evocação muito oportuna, donde ressalta o interesse e curiosidade pela leitura, hoje, muito diminuida, infelizmente.
Boa semana!

caruma disse...

Óptimo item ! Obrigada.

Anónimo disse...

Dª Graça Sampaio

Se bem interpreto este seu comentário, estou em crer que não é frequentadora assídua deste excelente Blogue.

Pois se o fosse, não utilizaria o termo "palheiro" embora em sentido figurado, pois, graças ao trabalho vastíssimo, minucioso e aprofundado do Autor deste Blogue o Sr. José Leite, é possível demonstrar que aquilo a que figuradamente chama de "palheiro", tinha criado para o Povo Português (numa perspectiva de escolaridade obrigatória) uma rede de Escolas Primárias em quase todas as Freguesias do País, uma rede de Escolas Secundárias e Liceus a abranger todo o território nacional e ultramarino, criou dezenas de Escolas Industriais, Comerciais, de Artes, de Regentes Agrícolas, de Enfermagem, do Magistério Primário, Náutica, Militares, etc.
Construiu novas edifícios para muitas Faculdades das Universidades (Porto, Coimbra e Lisboa e Angola e Moçambique) e dois monumentais Hospitais Escolares (Porto e Lisboa).

Construiu uma Biblioteca Nacional digna desse nome.

Criou Livros Únicos para as Escolas Primárias e Secundárias sendo que alguns desses Livros ainda hoje são muito procurados pela população portuguesa (nas sucessivas reedições) que neles reconhecem enorme valor pedagógico apesar de alguns títulos terem mais de 60 anos!

Não acrescento mais para não sobrecarregar, mas convido a Srª Dª Graça Sampaio a percorrer este vasto "Diaporama" que é o "Restos de Colecção" para ter uma noção mais clara do que está para trás e não escrever levianamente como escreveu.

Meus cumprimentos
Manuel A.


João Vasco Santos Ribeiro disse...

Excelente. Obrigado.

Luis Silva disse...

Ver estas fotos, faz-me lembrar os tempos em que se aguardava ansiosamente pela chegada do "carro dos livros". Foi nele que que ganhei o gosto pela leitura que ainda hoje mantenho. Uma saudação muito grande, já não devem estar entre nós, aos senhores que traziam a carrinha sediada na Batalha. Uma grande gratidão ao Sr. Calouste Gulbenkian.

zazie disse...

Excelente ideia recordar este serviço de que agora nem se fala.

zazie disse...

E não era agulha em palheiro nenhuma. Antes pelo contrário. Mais fez o Estado Novo pela Cultura e pela leitura que as fogueiras reais do PREC e as legislativas da Geringonça.