19 de janeiro de 2011

Cacilheiros (5)

Navio de rodas, e a vapor D. Carlos (Lisboa-Barreiro)                      Vapor para a Trafaria

 

                              

                                                      Cacilheiro “Rio Alva” no cais de Cacilhas

                               

                                       Artigo na ‘Gazeta dos Caminhos de Ferro’ acerca do “Évora”

             

4 comentários:

Paulo Jorge Bicho disse...

Exmo. Autor, ao visitar o seu interessantíssimo Blog, verifiquei duas coisas que me suscitaram particular interesse.

A primeira foi ter verificado a minha presença numa das fotos, descendo a "Passarela" de acesso ao cais de Cacilhas, pela mão da minha Avó. Esposa do Mestre José Carlos Ferreira Pinto. Um dos mestres de uma das empresas que na altura possuíam "Cacilheiros" (Eu deveria ter 4 anos de idade).

A segunda, e porque a minha avó me deixava ali com o meu avô, durante o tempo em que não podia tomar conta de mim (Há época foi o meu "ATL"), fui adquirindo um particular carinho por tudo o que diga respeito aos ditos Barcos. Posto isto, com o devido respeito e admiração pelo seu exemplar trabalho, solicito que Reveja/ Rectifique o nome do Cacilheiro "Rio Maior" para "Rio Alva". Este Cacilheiro, Pertencente à empresa onde o meu avô trabalhava e que detinha também o "Rio Jamor " e o "Rio Almançor", foi abalroado por um rebocador, em Janeiro de 1971, numa manhã de nevoeiro. Embora o "Rio Alva" tenha afundado no Tejo, não houve vitimas. E o ultimo a sair da embarcação foi o seu mestre. O meu Avô.

Parabéns pelo seu trabalho.

José Leite disse...

Caro Paulo Bicho

Muito agardecido não só pelas suas simpáticas palavras como pela rectificação.

Os meus cumprimentos

José Leite

José disse...

Parabens José Leite pelo seu trabalho e obrigado a Paulo Bicho pela sua intervenção que me recordou uma outra história de minha familia, tambem ligada aos cacilheiros. O "TONECA" tambem teve
um abalroamento no Tejo e o meu tio avô era mestre. Sei que houve uma reportagem no diário CM onde mostra uma foto da embarcação. Existiu em Almada um "bairro" que foi criado para as viuvas desse naufrágio. Tenho procurado algo mais sobre este episódio e pouco tenho encontrado.
Bem haja a todos

Unknown disse...

O Bairro das Viúvas do Tonecas ainda hoje existe em Almada Velha, Rua Leonel Duarte Ferreira, mesmo em frente às Piscinas. Este acontecimento foi tratado por Victor Aparício, no livro Tonecas: a tragédia que enlutou Almada, editado em 1988. Tem muita informação sobre as versões do acidente e referência às vítimas.

http://catalogo.m-almada.pt/search~S1*por?/Xtonecas&searchscope=1&SORT=D/Xtonecas&searchscope=1&SORT=D&SUBKEY=tonecas/1%2C6%2C6%2CB/frameset&FF=Xtonecas&searchscope=1&SORT=D&5%2C5%2C


(Museu da Cidade de Almada)